Ainda a inflação da paneleiragem...
A questão levantada pelo camarigueiro (contracção de camarada com amigo e companheiro) Beaver sobre o aumento desregrado da rabichanagem é, de facto, pertinente, e igualmente preocupante. Quer dizer, é e não é preocupante, porque quantos mais paneleiros, mais gajas sobram, por isso...
É alarmante o número de tipos, de todas os grupos etários, laborais e sociais, que metem conversa no mIRC, MSN, Yahoo!, Terravista e afins, a ver se cravam pau. Mas que é isto, caralho?!
E o pior é quando insistem, tipo lapa, sempre agarrados. E por mais que os "sacudamos", continuam a insistir. É lamentável.
Que queiram sair do armário, passear ao luar e entre os pinheiros de mão dada com um qualquer cabo de Cavalaria e procurar a Estrela Polar com o olho do cu, dar o cão (depois de se fartarem de levar com o tarôlo do bicho), ir para Londres lavar pratos e alinhar nas borgas com o Paulo Portas, dar em dominadores românticos, fazer auto-exames à próstata com bastões de baseball ou andar de bonézinho de pala... fixe, têm todo o nosso apoio... mas, por favor, não sejam pega-monstros. Nem apareçam travestidos de Grace Kelly, que a senhora não merece tal infâmia à sua memória...
Vamos lá a ver se percebem: quando um gajo assediado diz não, é mesmo NÃO! Não é "talvez", nem "vou pensar nisso", nem "vamos tomar um café"; é NÃO.
Compreendemos as vossas necessidades, tudo bem. Essa fominha que sentem por um tuttalimano no cu ou um marzapo na boca ou entre as mãos, é natural na vossa essência. Mas, que raio!, não tentem impôr a ninguém, e, muito menos, a quem não alinha nessas cenas, aquilo que vocês querem que (vos) aconteça. Depois queixem-se que levam tareias e acabam a cuspir sangue na sarjeta.
Ninguém vos quer fazer mal, ó rabichos, mas, por favor, não abusem da sorte. É um conselho que vos é dado a bem da tolerância.
Podeis apaneleirar, sim... mas com conta, peso e medida.
Olho nessas criaturas
Exocet
É alarmante o número de tipos, de todas os grupos etários, laborais e sociais, que metem conversa no mIRC, MSN, Yahoo!, Terravista e afins, a ver se cravam pau. Mas que é isto, caralho?!
E o pior é quando insistem, tipo lapa, sempre agarrados. E por mais que os "sacudamos", continuam a insistir. É lamentável.
Que queiram sair do armário, passear ao luar e entre os pinheiros de mão dada com um qualquer cabo de Cavalaria e procurar a Estrela Polar com o olho do cu, dar o cão (depois de se fartarem de levar com o tarôlo do bicho), ir para Londres lavar pratos e alinhar nas borgas com o Paulo Portas, dar em dominadores românticos, fazer auto-exames à próstata com bastões de baseball ou andar de bonézinho de pala... fixe, têm todo o nosso apoio... mas, por favor, não sejam pega-monstros. Nem apareçam travestidos de Grace Kelly, que a senhora não merece tal infâmia à sua memória...
Vamos lá a ver se percebem: quando um gajo assediado diz não, é mesmo NÃO! Não é "talvez", nem "vou pensar nisso", nem "vamos tomar um café"; é NÃO.
Compreendemos as vossas necessidades, tudo bem. Essa fominha que sentem por um tuttalimano no cu ou um marzapo na boca ou entre as mãos, é natural na vossa essência. Mas, que raio!, não tentem impôr a ninguém, e, muito menos, a quem não alinha nessas cenas, aquilo que vocês querem que (vos) aconteça. Depois queixem-se que levam tareias e acabam a cuspir sangue na sarjeta.
Ninguém vos quer fazer mal, ó rabichos, mas, por favor, não abusem da sorte. É um conselho que vos é dado a bem da tolerância.
Podeis apaneleirar, sim... mas com conta, peso e medida.
Olho nessas criaturas
Exocet